—Eu te rogo, sacristão,
Por Deos e Santa Maria,
Que me ajudes a erguer
A campa da minha amiga.
Ali a viu tão formosa
Tal como d’antes a via.
Pôz os joelhos em terra,
Os braços ao céo erguia;
Jurou a Deos e á sua alma
Que mais a não deixaria.
—Eu te rogo, sacristão,
Por Deos e Santa Maria,
Que me ajudes a erguer
A campa da minha amiga.
Ali a viu tão formosa
Tal como d’antes a via.
Pôz os joelhos em terra,
Os braços ao céo erguia;
Jurou a Deos e á sua alma
Que mais a não deixaria.