—Vossas azenhas, senhora,
Não me servem para mim,
Sou capitão das armadas,
Já me vou para o Brazil.
Quanto dereis mais, senhora,
A quem vol-o traga aqui?
«Uma pereira que eu tenho
No meio do meu jardim,
Pois quando ella dá pêras
O rei m’as manda pedir.