A amparar o desgraçado.
Passou por ali um velho,
Um pobre velho soldado,
As barbas brancas de neve,
Em sua espada abordoado.
Vieiras traz na esclavina,
O chapeo d’ellas cercado;
Chegou-se á pobre romeira
Com muito amor, muito agrado:
—Não chores mais, filha minha,