«Cavalleiro que tal fala,

Cavalleiro que tal diz,

Merece a lingua arrancada,

Cortada pelo nariz.

Levantai-vos meus criados,

Vinde-lh’o fazer assim,

Ao rabo do meu cavallo,

Ao redor do meu jardim.

—Os criados que a servem

Já me serviram a mim,