Que os bichos a comeria.

—Mata, mata, Conde Alves,

Não me tornes demasia;

A cabeça me ha de vir

N’esta dourada bacia.

Não m’a troques lá por outra,

Que eu bem a conhecia;

Que ao seu lado direito

Um sinal preto teria.

Foi-se d’ali o bom Conde,