E uma filha a rainha;
Mas as perras das comadres,
Para ganharem alviçaras,
Deram á rainha o filho,
E á escrava deram a filha.
»Filha minha da minha alma,
Com que te baptisaria?
As lagrimas dos meus olhos
Te sirvam de agua bemdita.
Chamar-te-hei Branca Rosa,