Não ha que em moiras fiar;
Quem lá fosse a taes deshoras
Para só desencantar,
Grande risco assim corrêra
De não mais de lá voltar.
—Ai que linda formosura,
Quem a pudera salvar!
O alvor dos seus vestidos
Tem mais brilho que o luar!
Doces, tão doces suspiros,