Logo ao despontar do dia.

Assombrado o sarraceno

Do que do christão ouvia,

Sem mais pergunta fazer-lhe

Da corrente o desprendia.

—Ergue-te, christão, perdoa-me

Todo o mal que eu te fazia;

Até hoje eras meu escravo,

Teu escravo sou n’este dia!

Para vêr este milagre