«Escuta, oh alma zellosa,
Que primeiro te escutei;
Ensinei-te a benzer,
Não quizestes aprender.
Lá te deixei meus jejuns,
Sempre passaste comendo.
Lá te deixei meu Calvario,
Sempre passaste correndo.
—«Oh meu filho tão amado,
Oh meu filho tão querido!