—«D’onde vens oh Gerinaldo,

D’onde vens espulverido?

— Venho de matar caça,

Senhor, da borda do rio.

—«Não me mintas Gerinaldo,

Que nunca me tens mentido.

— Venho de regar as flores

Que ellas o estavam pedindo!

—«Pois toma-a por tua mulher,

E ella, a ti por marido.