Que matei um vil cobarde

Com as armas que elle trazia.

Tocou a campa da ermida

A campa que retinia:

«Eu te peço, ermitão,

Por Deos e Santa Maria,

Que enterres esse traidor

Lá na tua santa ermida.

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Romances da Infanta de França

(Versão da Covilhã)