Mal estão carregados os joanetes, já o vento está a contas com o navio. Carrega a véla grande!

«Amaina a grande véla!»

(Lus. VI, 71.)

Não se carregou a maior a tempo, por isso ella se rasgou, e o navio, dando a borda de sotavento, metteu dentro uns poucos de mares;

No romper da véla a nau pendente Toma grão somma d'agua pelo bordo.

(Lus. VI, 72.)

É preciso allivial-o, quanto seja possivel, dos pesos, e esgotar a agua. Por isso o mestre ordena:

«Alija tudo ao mar, Vão outros dar á bomba, não cessando!»

(Lus., ibidem.)

e não se esquece de reforçar a gente do governo, pondo ao leme