As ancoras tenaces vão levando,

(Lus. II, 18.)

e ao mesmo tempo

Da proa as vélas sós ao vento dado,

(Lus., ibidem.)

obrigam o navio a fazer cabeça, e eil-o que vae em demanda da barra.

Nos versos que acabamos de citar estão compendiadas todas as manobras necessarias para um navio se fazer de véla. Não o faria melhor o Bonnefoux ou o Bréart!

Na descripção da tempestade do canto VI, encontram-se todas as manobras de que se lança mão debaixo de tempo. O mestre, que presente o golpe de vento, apita á gente e manda carregar e ferrar joanetes,

Os traquetes das gaveas tomar manda,

(Lus. VI, 70)