Era inexprimivel a tranquillidade do mar, tinha um murmurio de ama ao pé do filho. As vagas pareciam embalar o escolho.
As aves marinhas que conheciam Gilliatt, voavam inquietas por sobre elle. Já não era o medo selvagem do principio. Era um quê de terno e fraternal. Soltavam pequenos guinchos. Pareciam chamal-o. Uma gaivota que o amava sem duvida, teve a familiaridade de descer para junto delle. Começou a fallar-lhe. Elle não parecia ouvil-a.
Ella saltou-lhe sobre o hombro e começou a brincar docemente com o bico nos seus labios.
Gilliatt abrio os olhos.
Os passaros, alegres e ariscos, voaram.
Gilliatt levantou-se e espreguiçou-se como o leão acordando, correu á bordo da plataforma e olhou para o intervallo das Douvres.
A pança estava intacta. O batoque resistira; provavelmente o mar maltratara-o pouco.
Tudo estava salvo.
Gilliatt já não estava cansado. Refizeram-se-lhe as forças. O desmaio foi um somno.