Vio as duas caixas que estavam ao pé. Olhou para a arvore das rodas.

Foi ao camarote; estava vasio.

Voltou á machina e apalpou-a. Metteu a cabeça na caldeira. Ajoelhou-se para ver dentro.

Collocou na caldeira a lanterna que illuminava todo o mechanismo e produzia o effeito de uma machina acesa.

Depois deu uma gargalhada, e levantando-se, com o olhar fixo na machina e os braços estendidos para o cano, gritou: soccorro!

O sino do porto ficava perto. Lethierry correu a elle, segurou a corda, e começou a sacudir o sino impetuosamente.


[II]

AINDA O SINO DO PORTO