O Houmet-Paradis estava solitario.
A casa estava tal qual elle a deixara de manhã depois de vestir-se para ir a Saint-Pierre Port.
Havia uma janella aberta. Via-se por ella o bug-pipe pendurado em um prego da parede.
Via-se na mesa a pequena Biblia dada em agradecimento a Gilliatt por um desconhecido, que era Ebeneser.
A chave estava na porta. Gilliatt approximou-se, poz a mão na chave, fechou a porta com duas voltas, poz a chave no bolso, e affastou-se.
Affastou-se, não para o lado de terra, mas para o lado do mar.
Atravessou diagonalmente o jardim, pelo lado mais curto, pisando os canteiros, mas tendo cuidado de poupar os seakales que plantara por serem do gosto de Deruchette.
Galgou o parapeito e desceu aos arrecifes.
Continuou a andar, indo sempre para a frente, pela longa e estreita linha de cachopos que ligava a casa delle áquelle grande obelisco de granito de pé, no meio do mar, que se chamava Corne de la Bête. Era alli que ficava a cadeira Gild-Holm'Ur.