A rocha felizmente era a pique; havia muito fundo; Gilliatt costeou a muralha. A maré levantava a barca quanto bastava para que Gilliatt pondo-se de pé, sobre a pança, pudesse tocar os pés do homem. Gilliatt levantou-se sobre a borda e ergueu os braços. Se cahisse naquelle momento, é duvidoso que tornasse a apparecer. A vaga batia entre a pança e o rochedo era inevitavel ser esmagado.
Gilliatt puchou o pé do homem adormecido.
—Olá! que faz ahi?
O homem acordou.
—Estou olhando, disse elle.
Depois acordando de todo, continuou:
—Cheguei ha pouco á terra, vim passeiar aqui; passei a noite no mar, achei a vista bonita, estava cançado, adormeci.
—Dez minutos mais, afogar-se-hia, disse Gilliatt.
—Ah!
—Salte para a barca.