Mal poude Anselmo reter um frouxo de choro.
Parecia que todas as desgraças lhe cahiam em cima.
De repente:
—Então você gosta um bocadinho de mim? indagou com anciedade.
—Não sei, não posso dizer... nem sim, nem não... gratidão é amor?
—Mas, Gêgéca, qual será o seu destino, neste logar tão pobre, tão sem recursos?... Tanta formosura para quem? Para que?
—Meu destino? Que interesse deve merecer-lhe? Ora... o de tantas outras... Casarei com algum tropeiro por ahi... Estou vendo, estudando, esperando alguem que não seja de todo máu...
—Você, casada com um tropeiro, meu Deus, meu Deus!! Impossivel!
—E porque não? Nem sequer valho um arrieiro?