E lá ia cantando, improvisando na toada do cateretê:
Babita, meu bem Babita,
Babita do coração,
Tem pena de minhas penas,
Senão morro de paixão.
Passarinho que tem aza
Depressa vôa ao seu bem.
Aza não tenho, nem tenho
Quem me possa querer bem.
Desgraçado do tropeiro,