—Que remedio! suspirou Coelho. Eu lhe darei ... até trinta mil réis ... ou ... quarenta...
—Qual! retorquiu Cyrino. O meu preço é um só.
—E a quanto monta?
—A cem mil réis[94].
—Cem mim réis! exclamou Coelho aterrado.
—Cincoenta no principio, cincoenta no fim.
Gemeu o doente lá comsigo.
—Ora o que é isto para você, compadre? interveio Pereira. Um atilho de milho para quem tem tulhas cheias a valer[95]!...
—Nem tanto, nem tanto assim, objectou Coelho.
—Deixe-se de historias, continuou Pereira. Se vosmecê não tivesse bons patacos, eu diria logo ao nosso amigo:—Olhe que este é dos nossos, não tem onde cair morto—e elle o havéra de curar de graça ... não é?