Achegou-se, em seguida, á cerca dos fundos da casa o parou no meio do pateo, olhando com assombro para uma janella aberta.
Um vulto alli estava!... Era o della; Innocencia... Não havia duvidar.
A principio, nenhum movimento fez; mas, depois, lentamente se foi retirando e aos poucos fechou o postigo.
Cyrino deu um só pulo e de leve, muito de leve, bateu apressadas pancadas na taboa da janella.
Innocencia!... Innocencia!... chamou com voz sumida.
—Innocencia!... Innocencia!... chamou com voz sumida, mas ardente e cheia de supplica.
Ninguem lhe respondeu.
—Innocencia, implorou o moço, olhe ... abra ... tenha pena de mim... Eu morro por sua causa...
Depois de breve tempo, que para Cyrino pareceu um seculo, descerrou-se a medo a janella, e appareceu a moça toda assustada, sem saber por que razão alli estava nem explicar tudo aquillo.