Talvez fosse prenda do Destino que lhe deu a elle a passividade que te servia e me despenhava!

Certo é que lhe bebi o sangue, inundei-me delle, sentindo-me afogar...

A vida partia, ia morrer. Phantasiava já um cortejo de velhacos, conduzindo-me ao cemiterio dos criminosos em Plootzenseel. E eu a pedir-lhes que me levassem no cofre de ébano das tuas joias, aquelle cofre onde uma vez me meteste, a rir...

E a um gesto della:

—Espera! Depois acordei; foi para cumprir o sonho.

Encara-me bem! Assim...

Os sonhos são avisos do Destino. Esta manhã recebi recado para ir falar-lhe.

Fui. Simulei a antiga passividade.

Aprazamos o novo encontro á beira-mar, junto ao Forte, perto da gruta. Era ahi que o fidalgo queria ainda usar o farrapo!

Vinha cevar-se, immundamente, no monstro, contratado pela amante para servir os dois!