Em mona e bugia:

—‘Restaura-nos, ó padre soberano,

O antigo vulto humano

Co’a perdida razão.’

O Tonnante, a quem passado

Era o primeiro furor,

Dos bugios ao clamor

Prestou ouvido apiedado;

Mas do macaco requerimento

Não despachou senão ametade,