E o resto a deidade
Mandou dispersar nas azas do vento.
Mal o acceno omnipotente
Troou na celeste abobeda,
A monaria contente
Se ergueu altiva, impavida;
Toda se impavesou
E repimpou;
E como gente
A andar por esse mundo se deitou.
E o resto a deidade
Mandou dispersar nas azas do vento.
Mal o acceno omnipotente
Troou na celeste abobeda,
A monaria contente
Se ergueu altiva, impavida;
Toda se impavesou
E repimpou;
E como gente
A andar por esse mundo se deitou.