Oh que pesado somno Égle dormia!

E é bem de crer que o instante em que o mancebo

No extasi do prazer fechára os olhos,

Os lindos olhos d’Égle não se abriram.

Mas o sonho acabou... e despertaram.

O pastor imbrenhou-se na espessura

E o cãosinho fiel ficou co’a bella.

Incontraram-se á tarde, invergonhados...

A pastora corou, elle suspira...

Sós se achavam, sem medo, sem receios...