Ao amante acordada Égle se intrega,
Acha mais doce não dormir agora,
E toda a imbriaguez do amor conhece:
Quantos dons do pastor Égle recebe,
Com dulcissima usura os restitue.
Mas as antigas dadivas pesavam
Á pastora gentil:—‘Sei que te devo
Duas pombinhas que uma vez me déste.
E se me ellas fugirem! vivo sempre
N’este receio! Toma-as lá, e o preço