Armando ao passarinho que escapára;
Porfiado rompe com a dextra avara
As intranhas da terra o cubiçoso;
Sua co’a bomba o nauta pressuroso
Por estancar a nau que lhe arrombára.
Mas larga cadaqual desesperado,
Quebra furioso o inutil instrumento
Se o continuo trabalho ve baldado.
Só eu, com desinganos cento e cento,
Só eu, por Délia sempre desprezado,