Teimo cadavez mais no meu tormento.

Angra—1814.

II.
CAMÕES NÁUFRAGO.

Cedendo á furia de Neptuno irado

Sossobra a nau que o gran’thesoiro incerra;

Lucta co’a morte na espumosa serra

O divino cantor do Gama ousado.

Ai do canto mimoso a Lysia dado!...

Camões, grande Camões, embalde a terra

Teu braço forte, nadador afferra