Se o canto lá ficou no mar salgado.

Chorae, Lusos, chorae! Tu morre, ó Gama,

Foi-se a tua glória... Não; lá vai rompendo

Co’a dextra o mar, na sestra a lusa fama.

Eterno, eterno ficará vivendo:

E a torpe inveja, que inda agora brama,

No abysmo cahirá do Averno horrendo.

Angra—1815.

III.
A UMA FEIA COM LINDA VOZ.

Quando Orpheu pela espôsa suspirada