Té o proprio queixume lhe é vedado:

Ri-se a bella do mal que lhe ha causado,

Dos ferros mofa que lhe vai forjando.

Pene emtanto o infeliz, suspire ao vento,

Té de que o saiba a perfida se tema,

Não lhe assome no labio um só lamento;

E ao som da ferrea, da cruel algema,

Martyr de seu inutil soffrimento

‘Suffoque as íras, calle e sinta e gema.’

Porto—1817.