Ah! quando te oiço, ó N—y, o som canoro,

E arrebatado attento em teu semblante,

Um milagre d’Orpheu no Averno adoro.

Lisboa—1816.

IV.
‘SUFFOQUE AS ÍRAS, CALLE E SINTA E GEMA’

Se d’uns olhos gentis, d’um gesto brando,

D’um surrir desdenhoso innamorado,

Imprega o triste amante o seu cuidado

Em quem das leis d’amor se vai zombando;

De tormento em tormento variando,