A teu altar, me prostro e a combatida

Existencia aqui ponho, aqui votado

Fica este livro—confissão sincera

Da alma que a ti voou e em ti só spera.

II.
ADEUS!

Adeus! para sempre adeus!

Vai-te, oh! vai-te, que n’esta hora

Sinto a justiça dos ceus

Esmagar-me a alma que chora.

Chóro porque não te amei,