Chóro o amor que me tiveste;
O que eu perco, bem n’o sei,
Mas tu... tu nada perdeste:
Que este mau coração meu
Nos secretos escaninhos
Tem venenos tam damninhos
Que o seu podêr só sei eu.
Oh! vai... para sempre adeus!
Vai, que ha justiça nos ceus.
Sinto gerar na peçonha