De te amar.—Ai! se eu te amasse!
Vê se no arido pragal
D’este peito se ateasse
De amor o incendio fatal!
Mais negro e feio no inferno
Não chammeja o fogo eterno.
Que sim? Que antes isso?—Ai, triste!
Não sabes o que pediste.
Não te bastou supportar
O cepo-rei; impaciente