Tu ousas a deus tentar
Pedindo-lhe o rei-serpente!
E cuidas amar-me ainda?
Inganas-te: é morta, é finda,
Dissipada é a illusão.
Do meigo azul de teus olhos
Tanta lagryma verteste,
Tanto esse orvalho celeste
Derramado o viste em vão
N’esta seara de abrolhos,