Do tyranno caçador.

De aza morta e sem splendor

O triste, peregrinando

Por estes valles de dor,

Andou gemendo e chorando.

Vi-o eu, o anjo dos ceus,

O abandonado de Deus.

Vi-o, n’essa tropelia

Que o mundo chama alegria.

Vi-o a taça do prazer