Pôr ao labio que tremia...
E só lagrymas beber.
Ninguem mais na terra o via,
Era eu só que o conhecia...
Eu que ja não posso amar!
Quem n’o havia de salvar?
Eu, que n’uma sepultura
Me fôra vivo interrar?
Loucura! ai, cega loucura!
Mas entre os anjos dos ceus