Absorto em tua belleza,
Não sei se morro ou se vivo,
Porque a vida me parou.
É que não ha ser bastante
Para este gosar sem fim
Que me inunda o coração.
Tremo d’elle, e delirante
Sinto que se exhaure em mim
Ou a vida—ou a razão.
Absorto em tua belleza,
Não sei se morro ou se vivo,
Porque a vida me parou.
É que não ha ser bastante
Para este gosar sem fim
Que me inunda o coração.
Tremo d’elle, e delirante
Sinto que se exhaure em mim
Ou a vida—ou a razão.