Absorto em tua belleza,

Não sei se morro ou se vivo,

Porque a vida me parou.

É que não ha ser bastante

Para este gosar sem fim

Que me inunda o coração.

Tremo d’elle, e delirante

Sinto que se exhaure em mim

Ou a vida—ou a razão.

XI.
PERFUME DA ROSA.