Quem bebe, rosa, o perfume

Que de teu seio respira?

Um anjo, um sylpho? Ou que nume

Com esse aroma delira?

Qual é o deus que, namorado,

De seu throno te ajoelha,

E esse nectar incantado

Bebe occulto, humilde abelha?

—Ninguem?—Mentiste: essa frente

Em languidez inclinada,