Quem t’a pôs assim pendente?
Dize, rosa namorada.
E a côr de purpura viva
Como assim te desmaiou?
E essa pallidez lasciva
Nas folhas quem t’a pintou?
Os espinhos que tam duros
Tinhas na rama lustrosa,
Com que magos esconjuros
T’os desarmaram, ó rosa?