E porquê, na hástea sentida

Tremes tanto ao pôr do sol?

Porque escutas tam rendida

O canto do rouxinol?

Que eu não ouvi um suspiro

Sussurrar-te na folhagem?

Nas aguas d’esse retiro

Não espreitei a tua imagem?

Não a vi afflicta, anciada...

—Era de prazer ou dor?—