Ai! que não te intendo, flor.
XIII.
ROSA PALLIDA.
Rosa pallida, em meu seio
Vem, querida, sem receio
Esconder a afflicta côr.
Ai! a minha pobre rosa!
Cuida que é menos formosa
Porque desbotou de amor.
Pois sim... quando livre, ao vento,
Sôlta de alma e pensamento,