Forte de tua isempção,

Tinhas na folha incendida

O sangue, o calor e a vida

Que ora tens no coração.

Mas não eras, não, mais bella.

Coitada, coitada d’ella,

A minha rosa gentil!

Coravam-n’a então desejos,

Desmaiam-n’a agora os bejos...

Vales mais mil vezes, mil.