É o nardo, o jasmim;
É um philtro que apura,
Que exalta o viver,
E em doce tortura
Faz de âncias morrer.
Ai! morrer... que sorte
Bemditta de amor!
Que me leve a morte
Bejando-te, flor.
É o nardo, o jasmim;
É um philtro que apura,
Que exalta o viver,
E em doce tortura
Faz de âncias morrer.
Ai! morrer... que sorte
Bemditta de amor!
Que me leve a morte
Bejando-te, flor.