Pois essa luz scintillante
Que brilha no teu semblante
D’onde lhe vem o splendor?
Não sentes no peito a chamma
Que aos meus suspiros se inflamma
E toda reluz de amor?
Pois a celeste fragancia
Que te sentes exhalar,
Pois, dize, a ingenua elegancia
Com que te ves ondular,