Que saudades que d’elles teremos...

Que saudade! ai, amor, que saudade!

Pois não sentes, n’este ar que bebêmos,

No acre cheiro da agreste ramagem,

Estar-se alma a tragar liberdade

E a crescer de innocencia e vigor!

Oh! aqui, aqui só se ingrinalda

Da pureza da rosa selvagem,

E contente aqui só vive Amor.

O ar queimado das salas lhe escalda