De suas azas o niveo candor,
E na frente arrugada lhe cresta
A innocencia infantil do pudor.
E oh! deixar taes delicias como ésta!
E trocar este ceo de ventura
Pelo inferno da escrava cidade!
Vender alma e razão á impostura,
Ir saudar a mentira em sua côrte,
Ajoelhar em seu throno á vaidade,
Ter de rir nas angústias da morte,