Chamar vida ao terror da verdade...

Ai! não, não... nossa vida acabou,

Nossa vida aqui toda ficou.

Diz-lhe a adeus n’este olhar derradeiro,

Dize á sombra dos montes erguidos,

Dize-o ao verde do triste pinheiro,

Dize-o a todos os sitios queridos

D’esta ruda, feroz soledade,

Paraizo onde livres vivemos...

Oh! saudades que d’elle teremos,