Que saudade! ai, amor, que saudade!

XXI.
NÃO TE AMO.

Não te amo, quero-te: o amar vem d’alma.

E eu n’alma—tenho a calma,

A calma—do jazigo.

Ai! não te amo, não.

Não te amo, quero-te: o amor é vida.

E a vida—nem sentida

A trago eu ja commigo.

Ai, não te amo, não!