Teu ser o meu ser sem fim;
Minha razão insolente
Ao teu capricho se inclina,
E minha alma forte, ardente,
Que nenhum jugo respeita,
Covardemente sujeita
Anda humilde a teu podêr.
Anjo es tu, não es mulher.
Anjo es. Mas que anjo es tu?
Em tua frente annuviada